domingo, 14 de janeiro de 2018

Relatórios do IPCC mostram que extremos estão ligados ao novo clima do planeta.
Relatórios do IPCC mostram que os estudos publicados desde o Acordo de Paris  ligam cada vez mais as mudanças climáticas aos eventos climáticos extremos em todo o mundo. Desde a conclusão da cúpula do clima da ONU em Paris, em dezembro de 2015, cientistas publicaram pelo menos 59 artigos sobre a atribuição de eventos climáticos específicos às mudanças climáticas.

Destes, 41 concluem que as alterações bruscas do clima aumentaram os riscos de um determinado tipo de evento extremo, revela a análise da Unidade de Inteligência Energética e Climática (ECIU). 

Alguns detectam um aumento na frequência, outros aumentam a intensidade ou a duração, ou vinculam um impacto particular às mudanças climáticas, ou uma combinação desses efeitos.

Os eventos meteorológicos estudados abrangem episódios de calor extremo, seca, inundações e ondas de incêndios, e dizem respeito a todos os continentes, exceto a Antártida. Eles abrangem 32 eventos individuais recentes para os quais os riscos aumentaram devido a mudanças climáticas, com outros focando na tendência em longo prazo de riscos crescentes.
Uma pequena proporção dos eventos climáticos extremos individuais analisados ​​nestes estudos têm um custo quantificado em termos de vidas perdidas ou danos econômicos. A partir destes, o relatório deduziu que, neste pequeno conjunto de eventos, as mudanças climáticas causaram cerca de 4.000 mortes e cerca de US$ 8 bilhões em danos econômicos. Mas o relatório adverte que esses números não podem ser tratados como o “custo das mudanças climáticas”.


Fonte: ENVOLVERDE

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